Segunda foto, de um ultrassom feito nos finalmentes. Hoje consigo notar a semelhanca entre esse perfil dela e quando ela nasceu. Eu imaginava ela totalmente diferente de como ela nasceu, digo fisicamente. Imaginei ela cabeluda, bem moreninha e super miúda. Ela nasceu gordinha, grande, e uma das primeiras coisas que a medica falou assim que tirou ela de dentro de mim foi "que grandona! Ela é super clarinha, quase galega! Que bonitinha!!"
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Vamos ao proposto
Primeira foto (diretamente do meu celular pifante) pra levar ao pé da letra a máxima "recordar é viver".
Criar ou nao criar um blog? - eis a questao
Mesmo antes da minha gravidez, tinha o desejo de documentar como seria minha rotina, e o que eu sentiria quando, finalmente, estivesse realizando o sonho de estar gravida do meu primeiro filho. Acabei nao querendo cair naquela mesmice de criar blog de gravida, de mae, de qualquer coisa, enfim, por que considero tudo muito repetitivo, e sao poucos os que prenderam e me tornaram leitora ate hoje.
Deixei essa vontade de lado, mas durante a gravidez da Helena, tive momentos tao felizes e unicos (que inclusive ja os esqueci detalhadamente), que pensava "putz, ja sei que em pouco tempo vou esquecer disso.." e me arrependia de nao ter iniciado um diario antes. Ainda assim, nao fiz nada pra documentar certos momentos, apenas ia mandando emails pra mim e pro meu marido, relatando os meus sentimentos naquele momento. Ja reli alguns e fiquei surpresa com as minhas emocoes aquela epoca. Me peguei rindo e chorando desses meus textos.
Depois que a Helena nasceu, pensei novamente sobre o que eu deveria fazer pra nao perder as sensacoes que aquelas novidades e o nosso cotidiano me traziam. Mas eu achava (e continuo achando) extremamente piegas essa coisa de virar jornalista da propria vida, parece que a pessoa se auto promove ou quer dar satisfacao da propria vida pra gente de fora, so por que algo de novo te aconteceu - e a gente fica achando que e' a maior sabichona do assunto. Fora que a falta de privacidade me incomoda horrores, tenho pesadelo so de pensar em gente fofoqueira. Pensar que tem gente que nem me conhece (ou que me conhece, mas nao tem nada a ver com a minha vida intima) fica nos observando por aqui, me faz ja quase desistir desse texto por aqui mesmo. Ainda estou considerando tornar isso aqui privado, mas por enquanto..
Esses dias, numa troca de arquivos de um notebook velho pra outro novo, reli muita coisa curiosa, revi fotos marcantes, e quase perdi, fazendo um backup, as fotos arquivadas no meu celular desde o primeiro dia de vida da minha filha, alias, desde o primeiro teste de gravidez! Quase surtei quando o notebook travou e o celular entrou num modo "restaurar biblioteca". Comecei a chorar de raiva e desespero. Na mesma hora, me odiei muito, pensei que era uma burra por que estava deixando passar tanta coisa legal por puro comodismo e preocupacao com os outros. Por que achava brega. Se e' tao importante e vai aquietar essa minha angustia, acho que vale a pena deixar esse meu preconceito bobo de lado, e comecar logo esse bendito blog, diário, sei la o nome. Tudo em nome dos filhos. Tomara que eu nao me arrependa! Ainda to com esses sentimentos contraditorios, que saco..
Nota: Eu nao tenho pretensao NENHUMA de que isso vire publico e nem de ter seguidores. "Uau, virei blogueira (acho brega pra caramba, mas to falando das que usam pra se auto promover e se imacular perante os outros), blogueira disso, daquilo, afetacao, aparencia, tendencia, blablabla bullshit". Eu so quero ter um meio de lembrar de forma facil e rapida, alem de poder compartilhar com meus melhores amigos (as) e familia sobre as aventura e as alegrias que tem nos acontecido, por ter a Helena nas nossas vidas (gente, esse e' o meu jeito, nao me julguem - ja to paranoica, socorro). Mas nao quero ficar me preocupando se tem gente que nao deveria lendo. Enfim, complicado. Vamos ver se eu consigo manter esse trem andando.
Deixei essa vontade de lado, mas durante a gravidez da Helena, tive momentos tao felizes e unicos (que inclusive ja os esqueci detalhadamente), que pensava "putz, ja sei que em pouco tempo vou esquecer disso.." e me arrependia de nao ter iniciado um diario antes. Ainda assim, nao fiz nada pra documentar certos momentos, apenas ia mandando emails pra mim e pro meu marido, relatando os meus sentimentos naquele momento. Ja reli alguns e fiquei surpresa com as minhas emocoes aquela epoca. Me peguei rindo e chorando desses meus textos.
Depois que a Helena nasceu, pensei novamente sobre o que eu deveria fazer pra nao perder as sensacoes que aquelas novidades e o nosso cotidiano me traziam. Mas eu achava (e continuo achando) extremamente piegas essa coisa de virar jornalista da propria vida, parece que a pessoa se auto promove ou quer dar satisfacao da propria vida pra gente de fora, so por que algo de novo te aconteceu - e a gente fica achando que e' a maior sabichona do assunto. Fora que a falta de privacidade me incomoda horrores, tenho pesadelo so de pensar em gente fofoqueira. Pensar que tem gente que nem me conhece (ou que me conhece, mas nao tem nada a ver com a minha vida intima) fica nos observando por aqui, me faz ja quase desistir desse texto por aqui mesmo. Ainda estou considerando tornar isso aqui privado, mas por enquanto..
Esses dias, numa troca de arquivos de um notebook velho pra outro novo, reli muita coisa curiosa, revi fotos marcantes, e quase perdi, fazendo um backup, as fotos arquivadas no meu celular desde o primeiro dia de vida da minha filha, alias, desde o primeiro teste de gravidez! Quase surtei quando o notebook travou e o celular entrou num modo "restaurar biblioteca". Comecei a chorar de raiva e desespero. Na mesma hora, me odiei muito, pensei que era uma burra por que estava deixando passar tanta coisa legal por puro comodismo e preocupacao com os outros. Por que achava brega. Se e' tao importante e vai aquietar essa minha angustia, acho que vale a pena deixar esse meu preconceito bobo de lado, e comecar logo esse bendito blog, diário, sei la o nome. Tudo em nome dos filhos. Tomara que eu nao me arrependa! Ainda to com esses sentimentos contraditorios, que saco..
Nota: Eu nao tenho pretensao NENHUMA de que isso vire publico e nem de ter seguidores. "Uau, virei blogueira (acho brega pra caramba, mas to falando das que usam pra se auto promover e se imacular perante os outros), blogueira disso, daquilo, afetacao, aparencia, tendencia, blablabla bullshit". Eu so quero ter um meio de lembrar de forma facil e rapida, alem de poder compartilhar com meus melhores amigos (as) e familia sobre as aventura e as alegrias que tem nos acontecido, por ter a Helena nas nossas vidas (gente, esse e' o meu jeito, nao me julguem - ja to paranoica, socorro). Mas nao quero ficar me preocupando se tem gente que nao deveria lendo. Enfim, complicado. Vamos ver se eu consigo manter esse trem andando.
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